Novos tempos, novos comportamentos, uma nova abordagem para a resolução de conflitos pessoais e empresariais

Muito se tem comentado nas redes sociais sobre os tempos em que estamos vivendo. As próprias redes são um indicativo de que, sim, as coisas efetivamente mudaram e continuarão a mudar em uma velocidade cada vez maior.

Celulares, conectividade, procedimentos digitais substituindo os presenciais, a rede 5G permitindo a revolução da IoT, meios de pagamentos alternativos substituindo o papel-moeda, bitcoins, etc..

Alguém ainda duvida que a cada dia todos nós somos desafiados a aprender e a conviver com alguma tecnologia ou a adotar um comportamento mais ágil e menos desburocratizado que nem cogitaríamos há pouco tempo atrás?

A competitividade das empresas tornou-se fator crucial para sua sobrevivência. Hoje, ganha terreno o conceito de que a capacidade de “desaprender” processos ultrapassados rapidamente e “reaprender” um novo processo é uma habilidade indispensável para um profissional do mercado de trabalho. Diariamente nos reinventamos em uma versão melhorada de nós mesmos.

O ser humano convive em sociedade, na família e trabalha gregariamente.  Desses relacionamentos inevitavelmente surgem conflitos e resolvê-los de uma maneira positiva é imprescindível para mantermos a harmonia entre nós. Uma postura colaborativa, pacificadora e rápida contribui para que a questão seja superada com o mínimo de impacto.

Se o leitor, assim como eu, entende que é possível resolver uma divergência de maneira colaborativa e preservar a boa relação entre as partes envolvidas, convido-o para, nas próximas colunas, conhecer e refletir sobre métodos Auto Compositivos de Solução de Conflitos. Até lá!