Vendas devem crescer 29,4% neste Dia dos Namorados

Representantes do comércio mogiano falam sobre as vendas nesta data que é uma das mais aguardadas pelos lojistas

Júlia Andrade/ O Novo

Hoje, dia 12 de junho, é comemorado o Dia dos Namorados. A data é aguardada por diversos comerciantes que esperam aumentar o número de vendas. Com uma fase menos restritiva do Plano São Paulo e menos isolamento social, varejistas aguardam por mais consumidores neste ano em comparação ao ano passado.

As vendas da data comemorativa deste ano devem crescer 29,4% em relação ao mesmo período de 2020. A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que espera que a data movimente R$ 1,8 bilhão em vendas no varejo brasileiro. 

“O Dia dos Namorados é a terceira data mais importante para o setor varejista. Roupas, perfumes e chocolates serão os itens mais procurados na data. Flores e acessórios também estarão presentes na lista de produtos mais vendidos que podem resultar em crescimento das vendas”, explica o presidente do Sincomércio, Valterli Martinez.

No entanto, mesmo com o aumento previsto para as vendas, os níveis devem ficar 4% abaixo do patamar registrado em 2019, quando o varejo faturou R$ 1,87 bilhão, segundo o CNC. No ano passado, o consumo no comércio voltado à data teve uma queda histórica de 25,3%, totalizando R$ 1,39 bilhão em vendas. Os números mostram o impacto negativo da pandemia da Covid-19.

A presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes, Fádua Sleiman, espera que a data fomente as vendas no comércio regional “Esperamos que o Dia dos Namorados contribua para a retomada das vendas no comércio mogiano, assim como o Dia das Mães ajudou. É importante destacar que esta data, além de aumentar o consumo em diversas lojas, também contribui para os restaurantes, que promovem jantares e ações especiais, além dos serviços de estética e o setor hoteleiro”.

Para a Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), os setores de vestuário, calçados e acessórios devem ser os mais aquecidos.

Bares e restaurantes também devem apresentar um melhor desempenho neste ano - mesmo com as limitações na capacidade de ocupação e no horário de funcionamento, um dos motivos deste setor ser o segundo mais afetado, ficando o setor de eventos em primeiro lugar.