Bertaiolli afirma que Mogi está em uma boa fase, porém, com um 'dilema perigoso'

O deputado fez um balanço sobre as conquistas como parlamentar e falou sobre os recursos enviados à região

Vania Sousa

O deputado federal Marco Bertaiolli (PSD), realizou nesta terça-feira (31), uma reunião com a imprensa para prestação de contas de seu mandato como parlamentar. Além de apresentar um balanço sobre os investimentos realizados na região durante os seus dois anos e meio de mandato, o deputado analisou a atual situação de Mogi das Cruzes.

“Eu tenho a honra de dizer a vocês que absolutamente todas as cidades do Alto Tietê foram contempladas nos últimos meses com recursos que nós trouxemos de Brasília. Os nossos investimentos na região ultrapassaram a incrível marca de R$ 100 milhões”, o parlamentar afirma que as cidades contempladas com o valor são da região do Alto Tietê e do Vale do Paraíba. 

O político é um dos mais atuantes na Câmara dos Deputados e disse brevemente sobre as conquistas dos últimos anos. “Temos 5 legislações muito fortes, aprovadas e transformadas em leis”. Bertaiolli avaliou muito bem a marca, já que, de acordo com ele, num comparativo é uma ação difícil e em um curto período de tempo. Ele afirmou que deputados que estão há 28 anos no poder, como era o caso do presidente da República, não têm uma legislação aprovada. 

Na véspera do aniversário de Mogi das Cruzes, Bertaiolli, que foi prefeito da cidade por dois mandatos, analisou como o município está atualmente. “Mogi das Cruzes tem que comemorar sim. A gente comemora as grandes conquistas e esquece das pequenas. Mogi continua sendo uma cidade muito boa para se viver e que tem toda infraestrutura necessária para oferecer qualidade de vida ao cidadão”, elogiou. “Mas está num dilema muito perigoso: nós não podemos mais inchar como estamos inchando. A qualidade de vida é muito boa, e isso atrai uma quantidade de pessoas, então precisa de um desenvolvimento planejado. Se não for planejado, vai ser inchaço e não crescimento”, analisou e apontou que a situação comprometeria a qualidade de vida dos mogianos e é fundamental um planejamento urbano para que isso não ocorra.