Comerciantes falam sobre os impactos da paralisação dos caminhoneiros

Com a paralisação dos caminhoneiros, que aconteceu em todo o país nos últimos dias, diversos setores da economia foram influenciados regional e nacionalmente. Além dos postos de gasolina terem ficado sem combustível e supermercados com risco da perda de estoque, como foi divulgado na última edição do O Novo, outros comerciantes também relatam as consequências da greve. Segundo a comerciante Josidene Usier, da Acredoce Café e Quituteria de Guararema, vários produtos não estão chegando ao estabelecimento, ou chegam de forma fracionada e mais caro do que o esperado. “Mesmo assim estamos mantendo o preço para o cliente”, garante Josidene.  Na página do jornal no Facebook também questionamos os comerciantes a respeito da interferência da paralisação em seus estabelecimentos. Um das leitoras relatou que o maior problema enfrentado em seu negócio está relacionado à entrega de materiais. “Compramos uma carga há mais de uma semana e até agora sem previsão de entrega”, disse. Outros dizem crer que dificuldades encontradas no comércio guararemense não são um problema atual, ou seja, devido unicamente à paralisação. No município de Jacareí, a situação é parecida nos comércios locais, com foco na diminuição da procura por produtos. De acordo com a Associação Comercial Industrial de Jacareí (ACIJ), estima-se que a queda no número de clientes durante o período da greve foi de 40%, em comparação com os demais dias.