Aqueles que estendem as mãos

Voltada para prestar apoio à população de modo a promover o acesso à cidadania, além do bem-estar físico, psicológico e social, a profissão de Assistente Social é muito importante para ajudar no combate à desigualdade. Nesta semana, no dia 15 de Maio, celebramos o dia do profissional desta área, porém pouco foi falado sobre o assunto em grandes veículos de comunicação. O Assistente Social pode trabalhar em empresas privadas, órgãos públicos e Organizações Não Governamentais (ONGs) de modo a desenvolver programas de assistência, além de orientar e acompanhar diversos públicos, dentre eles crianças em situação de risco, pessoas com poucos recursos financeiros ou afetadas por catástrofes naturais e idosos. De fato, é uma profissão que envolve a empatia pois o trabalho em si é voltado diretamente para ver melhora na vida do próximo, ajudar, estender a mão e reerguer pessoas. De acordo com o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), hoje o Brasil tem aproximadamente 160 mil profissionais com registro nos 26 Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS). Quantitativamente, é o segundo país no mundo em relação ao número de assistentes sociais, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Em 2016, o Censo do Sistema Único de Assistência Social (Censo Suas), do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), divulgou o número de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) no país. Constatou-se, desta forma, que há 8.240 unidades espalhadas por nosso território nacional. A Região Sudeste concentra 34,5% dos Cras, seguida pelo Nordeste com 32,1%. Já a Região Sul detém 18,4% das unidades, enquanto o Norte e o Centro-Oeste empatam com 7,5%. Que esta data especial de comemoração ao serviço prestado pelo Assistente Social seja um momento voltado à reflexão de todos acerca da importância da área. É ela que contribui nas tentativas de combate à desigualdade e construção de uma sociedade mais justa e igualitária.