Centro Espirita “Natalício de Jesus” realizou a entrega de 536 cestas básicas para gestantes em 2020

Mesmo com a pandemia, produtos de higiene, alimentação, brinquedos e enxovais continuaram sendo entregues

Centro Espírita Natalício de Jesus

Durante o ano de 2020, mesmo com a pandemia de Covid-19, o Centro Espírita “Natalício de Jesus” continuou com seus trabalhos sociais voltados ao amparo de gestantes e crianças, fortalecendo seus vínculos por meio do Projeto Família.

Iniciada em 1988, a ação disponibiliza palestras e rodas de conversas sócio educativas, oficinas de geração de renda, orientações sobre necessidades básicas de saúde e de direitos sociais, cestas básicas e enxoval para o recém-nascido.

No último ano, por causa da pandemia, o serviço de apoio presencial foi suspenso, passando para a modalidade delivery, atendendo às necessidades básicas de alimentação, produtos de higiene e entrega de enxoval diretamente nas casas das famílias.

As entregas foram feitas por uma equipe de voluntários sem comorbidades, observando todos os protocolos de saúde como: uso de máscaras, higienização das mãos e uso de álcool gel, evitando aglomerações e mantendo o distanciamento.

Segundo o Centro Espirita, no último ano foram distribuídas 145 cestas de Natal, 257 cestas básicas para não gestantes e 536 cestas para gestantes. Além disso, foram entregues 50 enxovais novos; 230 brinquedos de Natal; 110 refeições; 90 cobertores de casal; 4.923 roupas; 451 sapatos; 315 bolsas e itens diversos; 243 produtos da casa, mesa e banho; 80 vales transportes; 450 kits de doces de Natal; 856 brinquedos no ano; e 85 doações diversas.

A expectativa é de que neste ano (2021), os serviços sejam mantidos através de orientações via celular (whatsapp e chamada de vídeo), além das doações. “A meta é atender 40 gestantes, e já superamos isso... Atualmente, já temos mais de 50 gestantes inscritas. O trabalho não pode parar, pois no município tem muitas famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, que necessitam do básico para sobreviver e não passar fome”, afirma o presidente do Centro, Luiz Antonio Monteiro.