Figueredo fala sobre reta final das eleições em live na Sala IDC Telecom

Candidato conta que deseja inserir a cultura no calendário de eventos da cidade

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Na última terça-feira, Figueredo, candidato à prefeitura de Guararema, deu uma entrevista na Sala IDC Telecom, onde abordou sobre questões como cultura, meio ambiente, saúde pública e muito mais. Figueredo conta que ''esses dias finais de eleição são o momento do retorno. Voltamos em alguns pontos onde ficaram algumas dúvidas e a pandemia acabou atrapalhando muito a nossa visita. Muitas pessoas fizeram aglomeração, mas evitamos tudo isso. É hora de voltar em algumas casas e reforçar a importância do voto útil''.  

O candidato ressalta sobre o coronavírus ''a doença está aí e em muitos países está retornando com força. A gente fica até triste de ver as notícias. Temos que torcer para que tudo melhore, precisamos de um trabalho para a saúde em Guararema, muito forte''. O candidato explica que a questão de saúde é complicada na cidade e temos que repensar várias coisas até termos a vacina. 

Guararema também é conhecida por possuir um selo de cidade limpa. Figueredo foi questionado sobre como ele irá manter esse selo e melhorar ainda mais as questões ambientais na cidade. O candidato diz que ''a cidade vem de uma administração que não tinha o orçamento que temos hoje. Quando a Dona Conceição entrou, ela foi cuidar do jardim e muitas pessoas ficaram bravas por isso. Mas, com essa atitude, ela levantou a autoestima da população, os lixos foram colocados no lugar e acabou a pichação na cidade, é um trabalho de respeito''. 

Quando questionado sobre qual a sua opinião sobre a cidade Natal, Figueredo fala que ''a cidade natal é um projeto que gera renda, mas incomoda muitos moradores. Ele precisa ser repensado, temos que discutir com a população para repaginar ele e fazer um novo Cidade Natal. Temos que fazer um projeto que seja ecológico e a gente consiga agregar valores nele e assim vamos gerar emprego e renda sem incomodar ninguém''. O candidato explica que para isso, foi criado um calendário de eventos, onde pelo menos quatro eventos grandes durante o ano serão realizados.  

Sobre o auxílio emergencial, Figueredo fala que ''Eu sou cidadão, moro sozinho e devido à pandemia todos perderam a renda e eu também perdi a renda. Não sou milionário, pago aluguel e minha renda caiu muito. O meu cadastro para auxílio foi negado. Uns meses depois, me procuraram para dizer que eu estava recebendo. Só recebi três parcelas e abri mão do resto, esse dinheiro foi todo doado'', finaliza.