Coronel Lourival da Silva Junior assume o Comando de Policiamento do Interior 1 no lugar de Eliane Nikoluk

Divulgação SSP -SP

Nesta quarta-feira, 4, o coronel Lourival da Silva Junior tornou-se responsável pelo Comando de Policiamento do Interior 1 (CPI-1), em substituição à coronel Eliane Nikoluk Scachetti, que chefiou a unidade desde maio de 2014 até agora. Até então, o oficial superior estava à frente do CPI-9, responsável pela região de Piracicaba.
O CPI-1 é responsável pelo policiamento em 39 cidades, que compreende sete batalhões territoriais, sediados nas cidades de Lorena, Jacareí, Caraguatatuba, São José dos Campos e Taubaté, incluindo o 3º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), com sede também em São José dos Campos.
Nascido em Taubaté, no interior do Estado, o novo comandante tem 49 anos, 33 deles dedicados à Polícia Militar. Ingressou na instituição em 4 de fevereiro de 1985. Em 1989, tornou-se aspirante a oficial. Alcançou a mais alta patente da corporação (coronel) em abril de 2017.
O oficial agradeceu a confiança a ele depositada. “É uma grande honra assumir o comando do CPI-1. Assumo o legado dos comandantes anteriores e me comprometo a dar continuidade, dentro da filosofia da Polícia Militar, aos trabalhos e projetos em andamento, manter a nossa estrutura e os nossos princípios, além de incrementar e aperfeiçoar sempre o atendimento ao cidadão”, afirmou.
Em discurso, a coronel Eliane Nikoluk, que deixou o cargo, lembrou de sua trajetória na corporação e elogiou todos os PMs da região. Ao novo comandante, a oficial desejou sorte. "Coronel Lourival é um grande amigo e profissional da mais alta estirpe. Agora, como novo comandante do CPI-1, desejo total sucesso e alegrias inesquecíveis, que certamente este comando vai lhe proporcionar".
Sérgio Turra Sobrane, secretário da Segurança Pública em exercício, participou da passagem do Comando e destacou que uma das metas do comandante é a integração entre as polícias e a comunidade. 
“A integração é indispensável, seja com as forças de seguranças federais e autoridades municipais, seja com as nossas demais polícias, Civil e Técnico-Científica, e com a população. Fazer a integração com a comunidade é o melhor caminho para reduzirmos a criminalidade no Estado”, disse.