Confira dicas práticas para economizar e não cair em golpes durante as compras de Natal

A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) dá dicas para comprar presenciais e online

Fundação Getúlio Vargas

Com a proximidade do Natal, começa a busca por presentes para familiares, companheiros e também para as tradições de amigo oculto. Com o objetivo de auxiliar o consumidor nesta escolha, que este ano se torna ainda mais complicada devido a pandemia, a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) enfatiza as principais dicas para efetuar uma boa compra.

Para evitar problemas, pesquise preços atrelados a qualidade e evite compras por impulso; nas compras a prazo, como os juros não são tabelados, deve-se pesquisar as taxas praticadas entre as financeiras. O consumidor tem direito à informação prévia e adequada sobre: preço à vista em moeda corrente, montante de juros de mora da taxa efetiva anual de juros, acréscimos legalmente previstos, número e periodicidade das prestações e, valor total a pagar, com e sem financiamento; os estabelecimentos podem praticar diferentes políticas de troca, se informe antes da compra. As lojas não são obrigadas a efetuar troca por causa do tamanho do produto ou porque o presenteado não gostou.

Já para as compras online, pede-se para que o cliente observe com atenção e confira o endereço eletrônico do estabelecimento; não compre de perfil que não tenha CNPJ, endereço físico ou virtual (informações necessárias para a localização do fornecedor); não forneça dados, senhas e códigos; utilize antivírus no computador, tablet e smartphone; baixe aplicativos apenas das lojas oficiais; não confie ou compartilhe links e informações dos quais não tenha certeza da origem.

Caso tenha problemas com o produto, o Código de Defesa do Consumidor estabelece o prazo de 30 dias para reclamações sobre falhas aparentes ou de fácil constatação no caso de produtos não duráveis e de 90 dias para itens duráveis.