Caio Cunha comenta sobre o primeiro mês como prefeito de Mogi das Cruzes

Janeiro foi mês de reorganização dos gastos públicos e de polêmicas com os secretários do executivo

Facebook/Caio Cunha

Na terça-feira, dia 2, o prefeito de Mogi das Cruzes, Caio Cunha, fez um post nas redes sociais falando sobre as dificuldades que vem enfrentando em seu primeiro mês no executivo.

Dentre os pontos levantados pelo político estão o pedido de cassação de mandato direcionado a ele, além das denúncias contra o secretário de Governo, Francisco Cochi, que está envolvido em um processo de improbidade administrativa, e a polêmica envolvendo a vacinação contra Covid-19 do secretário da Saúde, doutor Henrique Naufel.

Cunha afirma que após o alarde sobre os assuntos, fez questão de dizer para todos os seus secretários que não suporta injustiça e comprará a briga de cada um do seu time. “Minha missão não é caçar as bruxas, mas colocar Mogi no caminho certo. Estamos avaliando os gastos públicos, reorganizando a máquina pública, analisando todos os contratos e suspendendo aqueles que se fazem desnecessários. Um trabalho que, inevitavelmente, incomoda muita gente”, enfatiza o político.

Em live realizada na última segunda-feira, dia 1º de fevereiro, ao lado de sua vice-prefeita, Priscila Yamagami, o mogiano falou ainda sobre a situação da Covid-19 na cidade, deixando claro para os comerciantes que entende o ponto de vista deles, principalmente porque de acordo com o que acredita, não são os estabelecimentos que geram aglomeração, e sim as pessoas que vão para as ruas sem necessidade.

“É muito incoerente ter uma faixa no período da manhã e na parte da noite outra, ou seja, com a fase vermelha que não permite nada além de serviços essenciais durante a noite. Qual a diferença entre o bar e do restaurante de dia ou de noite? Não são eles que causam aglomeração”, completa.